Consórcio Banco do Brasil para aquisição de equipamentos voltados para a Sustentabilidade

A HIG Energia apresenta a modalidade de consórcio chamado Economia Verde do Banco do Brasil para aquisição de sistema fotovoltaico, sistema de captação de água, dentre outros produtos voltados para a Sustentabilidade.

– Carta de crédito de R$5.000,00
31 meses parcelas de R$209,08
20 meses parcelas de R$346,48

– Carta de crédito de R$6.000,00
31 meses parcelas de R$250,89
20 meses parcelas de R$415,76

– Carta de crédito de R$7.000,00
31 meses parcelas de R$292,69
20 meses parcelas de R$485,07

– Carta de crédito de R$10.000,00
31 meses parcelas de R$418,15
20 meses parcelas de R$692,95

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Aumento na tarifa de energia elétrica pode chegar a 7% nesse início de ano

Mais um aumento na tarifa de energia foi anunciado hoje.
Seja um gerador da sua própria energia e não tenha mais preocupação com a despesa com energia.

 

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/02/para-cobrir-rombo-contas-de-luz-devem-ficar-7-mais-caras-em-2017.html

 

A HIG Energia oferece os melhores equipamentos disponíveis do mercado.
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A energia que cresce

* Por Lucila Cano

Brasil – Enquanto canetadas nunca antes imaginadas desfazem importantes acordos pró-preservação do meio ambiente nos Estados Unidos, é muito bom saber que em outras partes do mundo a conscientização ambiental cresce de modo consistente.

A agência Ambiente Energia, que regularmente me envia boletins sobre as atividades de geração de energias limpas e renováveis no país e no exterior, divulgou uma nota animadora sobre relatório da petroleira britânica BP. Segundo o estudo, relativo a 2015, a energia solar é a fonte que cresce mais rápido no cenário mundial.

Naquele ano, o número de painéis solares gerou um terço a mais de eletricidade do que no ano anterior. A China, quem diria, superou os Estados Unidos e a Alemanha, posicionando-se como o maior gerador de energia solar. Em dez anos, a produção de energia solar aumentou mais de 60 vezes.

No Brasil, o boletim registra que nos últimos dois anos a energia solar cresceu cerca de 70%. Os principais motivos para tal arrancada decorrem da redução de mais de 70% no preço da energia solar nos últimos dez anos em comparação com o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica em 2015.

Diante desses percentuais, a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar) prevê que a participação da energia solar na matriz energética vai passar de 0,02% em 2015 para mais de 10% em 2030.

Telhados solares

No Brasil, os telhados solares poderiam superar com folga a geração total de eletricidade, segundo a Absolar. A associação se pauta em estudo do Greenpeace sobre microgeração energética, que revela que 72% dos pesquisados de todas as classes sociais comprariam um equipamento de energia solar fotovoltaica se houvesse linhas de crédito com juros baixos.

Ainda de acordo com informação do boletim Ambiente Energia, atualmente há cerca de seis mil sistemas fotovoltaicos instalados nas residências, os quais geram cerca de 70 MW (megawatts). Essa capacidade instalada de energia é suficiente para iluminar 30 mil casas por ano, em média.

Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, “o Brasil deve criar até 60 mil empregos diretos e mais 100 mil indiretos com energia solar fotovoltaica até 2020, considerando-se o mercado de leilões de energia solar e o de geração distribuída, onde se insere o segmento residencial”.

Para quem não é do ramo, vamos e venhamos, tal perspectiva de geração de empregos é bastante animadora. Por si só, trata-se também de um importante sinal de alerta para a formação de técnicos para a área de geração de energias renováveis.

25 anos

Por fim, cabe registrar um estudo da Bloomberg New Energy Finance sobre o futuro das energias renováveis, igualmente divulgado pela agência Ambiente Energia. Diz o documento que dentro de 25 anos a presença das fontes eólica e solar na matriz energética nacional superará a das fontes hidrelétricas.

O estudo considera que fatores naturais são uma das principais causas para a diminuição das hidrelétricas. Atualmente, as regiões onde ainda é possível se expandir a hidroeletricidade são de difícil acesso e implicam custos maiores de transmissão. Além disso, a crise no setor energético nos últimos anos, agravada pela seca de 2014 e 2015, tornou urgente a diversificação da matriz energética.

Desse modo, de acordo com o já mencionado relatório, em duas décadas as energias renováveis ultrapassarão fontes fósseis como o carvão e o gás natural na geração de energia, proporcionando condições para que possamos viver em um novo tempo, o da geração de energia mais limpa e de menor impacto ambiental.

Até lá, o que será dos Estados Unidos da América, o país no qual o mundo ocidental sempre se espelhou e que, hoje, desafia os princípios da sustentabilidade arduamente conquistados pelos guardiões do planeta? Quem viver verá!

* Lucila Cano é jornalista especialista em temas relacionados ao 3º setor

Fonte: UOL – 27/01/2017

Ônibus movido a energia solar começa a transitar em Florianópolis a partir de março

Santa Catarina – Moderno, econômico, silencioso e ecológico, são alguns dos adjetivos que se pode utilizar para qualificar o “E-Bus”, primeiro ônibus elétrico do país movido a energia solar e que começa a operar em Florianópolis a partir do dia 6 de março. De início, o veículo deve realizar quatro viagens diárias entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Centro Integrado de Pesquisa em Energia Solar, em um trajeto de pouco mais de 50 quilômetros, entre ida e volta

O veículo foi desenvolvido pela própria UFSC, por meio do seu Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar, com o objetivo de divulgar as vantagens do uso de fontes de energia ecologicamente sustentáveis para o transporte urbano. “Queremos que esse conceito seja replicado em outros veículos deste porte e categoria. Atualmente o custo é uma dificuldade, mas acreditamos que ele baixe consideravelmente caso seja produzido em maior escala”, afirmou o engenheiro elétrico e pesquisador do Grupo, Lucas Nascimento.

Ao todo, disse Lucas, foram investidos na unidade aproximadamente R$ 1 milhão, em recursos provenientes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além das parcerias realizadas com as empresas WEG, Marcopolo, Eletra Bus e as companhias japonesas Mitsubishi Heavy Industries e Mitsubishi Corporation.

Com emissão zero de gases poluentes, o E-Bus utiliza 14 baterias de íon-lítio, que podem ser totalmente recarregadas em pouco mais de três horas, proporcionando uma autonomia de 200 km. A recarga pode ser feita nas próprias estações de células fotovoltaicas existentes na UFSC e no Sapiens Parque, ou na rede elétrica convencional. O ônibus conta ainda com um sistema de recarga rápida, que pode ser feita em 5 minutos, capacitando-o a transitar por mais 11 km.

Outra especificidade do E-Bus é a utilização da chamada frenagem regenerativa ou sistema de recuperação de energia cinética (KERS, na sigla em inglês), que proporciona a recuperação de 30% da força durante o processo de frenagem. De forma simplificada, quando o freio é acionado, o motor elétrico vira um gerador e a energia que seria desperdiçada na frenagem é reaproveitada e armazenada no banco de baterias.

Além da eficiência energética, ressalta Nascimento, outro conceito incorporado ao modelo foi a chamada mobilidade produtiva. “Como foi idealizado para promover o transporte de estudantes, pesquisadores e funcionários das duas instituições, o E-Bus conta com duas mesas, internet wi-fi e pontos de recarga para notebooks e celulares ao lado de todos os seus 38 assentos, tornando-o uma verdadeira estação de trabalho móvel.”

Fonte: Agência AL- 10.02.2017

Energia solar fotovoltaica: um caminho ensolarado

Brasil – Setor se expande rapidamente e espera fechar o ano com crescimento de 800%.

Brasil – Jovem, emergente e com um potencial de afirmação bastante expressivo, o setor de energia solar fotovoltaica no Brasil passa por um processo de inserção na matriz elétrica do país e de crescimento ao longo dos últimos anos, representando cerca de 63 megawatts (MW), o que equivale a apenas 0,02% de toda a potência instalada no país, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A compra de energia elétrica pode ser feita de duas maneiras no mercado brasileiro e, para isso, há dois ambientes distintos. Na modalidade regulada, a energia é distribuída por meio de concessionárias aos consumidores que pagam a elas tarifas controladas pelo governo. Já na modalidade de contratação livre, o consumidor pode negociar preços e condições com empresas geradoras ou comercializadoras de energia. Para melhor compreender este cenário, é necessário visualizar também duas frentes de atuação distintas para o setor: a geração centralizada e a distribuída.

O mercado de geração centralizada se relaciona com centrais geradoras de energia elétrica conectadas às redes de linhas de transmissão de grande porte que começaram o seu desenvolvimento em 2013, através da realização de leilões estaduais e federais. Atualmente, a capacidade de potência instalada no país para esta modalidade é de 27 MW. Este tipo de geração movimentou cerca de R$ 13,5 bilhões com a contratação de aproximadamente 3,3 gigawatts (GW) nos leilões realizados entre 2013 e 2015 e com início de suprimento em 2017 e 2018. Ao término deste ano, a expectativa é que haja uma contratação presumida da ordem de 1 mil a 1,5 mil MW, com investimentos estimados entre R$ 4 e 6 bilhões. O estado da Bahia (BA) é líder em geração centralizada com 1 mil MW contratados e que ainda serão instalados até 2018. Em segundo lugar Minas Gerais (MG), em particular na sua porção norte que detém um recurso solar excelente para projetos de grande porte, seguido pelo estado do Piauí (PI).

Já os projetos de geração distribuída dizem respeito aos sistemas de micro e mini geração espalhados ao redor do país e são frequentemente encontrados em telhados de residências, comércios, indústrias, prédios públicos e também nas zonas rurais. No total acumulado até agosto de 2016, a potência instalada atingiu a marca de 35,7 MW com um investimento estimado em R$ 316 milhões e, até o término do ano, a expectativa é de atingir 40 MW fazendo um investimento adicional de R$ 34,3 milhões. Em 2015, os aportes destinados à geração distribuída atingiram R$ 82 milhões. O estado de Minas Gerais (MG) lidera em quantidade de sistemas de geração distribuída com pouco mais de mil pontos de consumo conectados à rede, representando em média de 20% a 25% do mercado nacional, seguido por São Paulo (SP) e Rio Grande do Sul (RS).

 

Fonte: Site Procel Info

GM completa 92 anos no Brasil com foco na eficiência energética e sustentabilidade

Apresentamos uma reportagem super interessante obre Eficiência Energética e Sustentabilidade da GM do Brasil.

A HIG Engenharia valoriza e apoia essas atitudes!

São Paulo – Montadora inaugura em São Caetano maior sistema solar da indústria automotiva brasileira. Gestão da energia é reconhecida pela ISO 50.001 e Energy Star

A General Motors completou na última quinta-feira, dia 26 de janeiro, 92 anos de atividades no Brasil. A data foi celebrada com a inauguração do maior sistema solar instalado em uma indústria do segmento automotivo do país. Com 280 placas solares distribuídas em uma área de 560 metros quadrados do telhado da fábrica de São Caetano do Sul, em São Paulo, o sistema vai fornecer água quente para os 300 chuveiros instalados nos vestiários da unidade, o que equivale ao consumo diário de cerca de 900 casas. Com essa medida a montadora eliminou a necessidade do uso de energia elétrica, vapor e gás natural para o aquecimento de água.

Mas essa iniciativa, com foco em sustentabilidade, não foi a primeira implementada pela companhia no Brasil. Desde a década de 1980, a subsidiária brasileira tem desenvolvido ações com foco na sustentabilidade e no uso racional da água e da energia elétrica. A unidade de São Caetano foi a primeira da América do Sul a contar com sistemas de tratamento e reciclagem de efluentes, o que possibilita a reutilização da água industrial para preparação de produtos químicos, refrigeração de equipamentos, lavagens de piso, lavadores de gases e torres de resfriamento, e para a descarga dos sanitários.

Mas foi na década passada que essas ações se intensificaram e passaram a abranger também o uso da energia elétrica. Uma série de medidas foram adotadas desde o início do monitoramento da performance de eficiência energética, ocorrido em 2003, começando pelas medidas de redução do desperdício, como, por exemplo, a implantação dos programas de shutdown (desligamento de iluminação, ventilação e equipamentos), programas de identificação e eliminação de vazamentos, melhoria do isolamento térmico das linhas de vapor, e ajustes de luminosidade e temperatura dos ambientes condicionados. Também foram implantados programas de treinamento e conscientização das equipes, além de revisão das condições operacionais dos processos industriais, buscado a operação eficiente de acordo com as condições de processo e ambiente.

“Com a criação do Departamento de Energia e Utilidades, em 2005, as ações de eficiência energética passaram a ser tratadas de uma forma estruturada, iniciando a implantação do sistema de gestão de energia, que atualmente está presente nas unidades da GM Brasil e demais fábricas na América do Sul, e que é base para a certificação da ISO 50.001”, explica a Gerente de Energia e Utilidades da General Motors do Brasil, Glaucia Roveri dos Santos.

Com a criação do Departamento de Energia e Utilidades, os projetos de sustentabilidade e gestão eficiente de energia foram replicados para todas as demais unidades da empresa instaladas no Brasil. Entre as medidas implementadas para reduzir o consumo de energia elétrica estão a substituição de equipamentos antigos por novos, com maior eficiência, como a troca de compressores antigos, por compressores de tecnologia atual, providos de variador de frequência; substituição de sistemas de bombeamento por bombas equipadas com motores de alta eficiência e variadores de frequência e adoção de iluminação de LED.

Em relação ao uso da água, além das soluções implementadas em São Caetano do Sul, a companhia intensificou a eficiência hídrica de suas unidades com a otimização dos sistemas hidráulicos com a instalação de chuveiros de baixo fluxo e alta eficiência, restritores de vazão para as torneiras e válvulas de descarga. Nos processos industriais, houve modificação nos fluxos da água utilizada nos banhos, permitindo o reuso em contra fluxo nos processos de tratamento de superfície que antecedem o processo de pintura.

“Com o estabelecimento de métricas e sistemas de metas para as unidades de manufatura, a gestão de água iniciou pela eliminação dos desperdícios, com eliminação dos sistemas de resfriamento de ciclo aberto, identificação e eliminação de vazamentos, substituição de torneiras por sistemas com sensor de presença ou temporizadas e campanhas de conscientização e treinamento das equipes”, completa Glaucia.

Esse trabalho contínuo fez a GM obter ganhos significativos em eficiência energética e hídrica. Entre os anos de 2003 a 2016, a fabricante de automóveis reduziu em 53% o consumo de energia e 73% o consumo de água durante o processo de produção de um carro. Além da redução de custos, a política ambiental da companhia também obteve reconhecimento de importantes entidades internacionais. Atualmente as fábricas de Mogi das Cruzes, Gravataí e São Caetano do Sul possuem a certificação ISO 50.001, norma internacional que atesta a gestão de energia. Essas três unidades também são as únicas da indústria automotiva brasileira a contar com a certificação Energy Star Challenge for Industry. Concedida pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), o prêmio é entregue a indústrias que alcançam no mínimo 10% de redução do consumo de energia total (elétrica + térmica) em um espaço de cinco anos. A economia média registrada pelas unidades foi de 17%. Além disso, a fábrica de Joinville possui a certificação LEED Gold pelas práticas sustentáveis adotadas na construção e operação da unidade.

Essas ações não ficam restritas apenas às unidades industriais. A gerente revela que as concessionárias também são incentivadas a adotar práticas sustentáveis em suas operações. Por meio do Prêmio de Sustentabilidade, concedido anualmente pela montadora, os revendedores e colaboradores da companhia são condecorados em reconhecimento aos projetos que se destacaram no ano anterior.

Fábrica de Joinville referência mundial em sustentabilidade

Inaugurada em 2013, a unidade da General Motors em Joinville, Santa Catarina, é considerada uma das plantas industriais mais sustentáveis do mundo. A fábrica, que é responsável pela produção de motores 1.0 e 1.4 e de cabeçotes de alumínio, foi pioneira no Brasil na adoção de sistemas que aumentam a eficiência energética, o uso consciente dos recursos naturais e ao mesmo tempo preserva o meio ambiente. Entre as principais iniciativas implementadas estão o uso da energia fotovoltaica, o uso racional da água e da energia elétrica, a reciclagem de água industrial por meio de osmose reversa e tratamento de efluentes e esgotos. A unidade também adota a política de resíduo zero, no qual recicla e reutiliza 100% dos resíduos industriais reutilizando e convertendo em energia todos os resíduos das suas operações diárias.

“A oportunidade de desenvolver um conceito alinhado com o que havia de mais avançado na tecnologia de construção sustentável, em especial referente ao uso eficiente de energia e água foi uma oportunidade única, e o desafio foi abraçado pelos times que trabalharam na concepção e execução do projeto. Foram adotadas várias tecnologias que até o momento não haviam sido implantadas nas unidades da GM no Brasil. Além destes, o processo industrial também contou com equipamentos de última geração e com alta eficiência energética”, afirma a gerente.

Entre as principais inovações implementadas em Joinville está a utilização da técnica de Wetland (Jardins Filtrantes) para o tratamento de efluentes. Com baixíssimo consumo de energia e sem a utilização de produtos químicos, o sistema consiste na utilização de vegetação, brita, areia e substratos para o tratamento de esgoto. Instalados em uma área de 650 metros quadrados, os jardins filtrantes consomem, em média, 60% menos energia que uma estação de tratamento de esgoto convencional, deixando de gerar 3,6 toneladas de CO2 por ano, além de o custo de implementação, operação e manutenção ser bem menor que uma estação convencional do mesmo porte. A fábrica catarinense também conta com uma usina solar, composta por 1.280 placas fotovoltaicas, com potência de 300 kWp, cuja energia é utilizada para a iluminação de toda a unidade industrial. A energia gerada por este sistema equivale ao consumo de 220 casas, e evitará a geração de 10,5 toneladas de CO2 por ano. Já o sistema de aquecimento solar de Joinville tem capacidade para fornecer 15.000 litros de água quente por dia, o equivalente ao consumo de 750 pessoas. Essa água é utilizada nos vestiários e na cozinha.

A adoção desses procedimentos proporcionou uma economia de 13,8% no consumo de energia além de permitir uma redução de 57,2% no consumo de água. A fábrica também reutiliza 26 mil metros cúbicos de água/ano, volume equivalente ao consumo de cerca de 100 residências ou dez piscinas olímpicas.

Essas medidas, associadas ao processo de construção e operação sustentável fizeram com que, em 2014, a fábrica catarinense conquistasse o selo LEED Gold concedido pela U.S. Green Building Council devido aos altos níveis de sustentabilidade e inovação da unidade. A certificação LEED, obtida pela unidade da GM em Joinville, atende aos mais novos requisitos de sustentabilidade da construção civil atual – a versão do LEED 3.0-2009 -, que considera não só o consumo de energia dos sistemas e equipamentos de “facilities”, mas também o consumo de energia dos equipamentos do processo produtivo, no qual devem ser pelo menos 10% mais eficientes em comparação com equipamentos convencionais. Com todas essas ações, a GM deixará de emitir anualmente 119 toneladas de CO2.

Diante dos sucesso das ações implementadas em Joinville, essas técnicas estão sendo replicadas para outras unidades da empresa do país. Gláucia revela que as fábricas de São Caetano do Sul, Gravataí e Mogi das Cruzes passaram a contar com sistemas de iluminação natural combinada com dimerização e automação através de sensores; aquecimento de água com energia solar, compressores e motores de alta eficiência e com variador de frequência e iluminação de LED. Já o Campo de Provas, sediado no município paulista de Indaiatuba, terá a sua estação de tratamento de esgotos modernizada com a instalação de jardins filtrantes no local.

Meta é utilizar 100% de energia renovável até 2050

Além das ações de eficiência energética já implementadas, a General Motors assumiu, em agosto de 2016, um compromisso global de até 2050 gerar ou ter como fonte 100% da energia elétrica renovável, como a eólica, solar e de gás de aterro, para suas 350 operações em 59 países. A estratégia, juntamente com o aumento da produção de veículos elétricos, faz parte dos objetivos da empresa para fortalecer seus negócios, otimizando o uso da energia elétrica, e ao mesmo tempo atendendo as questões ambientais, com destaque para as mudanças climáticas.

Desde 2010, quando as primeiras ações com foco na sustentabilidade foram adotadas de maneira unificada em nível global, a companhia já conseguiu reduzir em 20% o consumo de água e energia, além da inclusão de 125MW de energia renovável. Dados de 2015 mostram que a GM utilizava 9 terawatts/hora de energia para construir seus veículos, iluminar seus escritórios, centros técnicos e armazéns em todo o mundo. Com a geração própria de energia e eficiência energética, a companhia economizou, em um ano, cerca de US$ 5 milhões. A companhia projeta que esse valor deve aumentar nos próximos anos à medida que mais projetos de eficientização sejam iniciados e que o fornecimento via matriz renovável seja ampliado. A GM também se uniu a RE100, uma iniciativa de colaboração internacional de empresas comprometidas a utilizar 100% de energia renovável, trabalhando para aumentar o uso de energia limpa.

Gláucia ressalta que, no Brasil, o caminho para a transição para a matriz 100% renovável passa pela melhoria da eficiência energética em suas operações e pela conscientização dos funcionários sobre esses objetivos. Ela destaca que todas as unidades da GM instaladas no Brasil já possuem metas de redução do consumo de água e energia, principalmente após implantação e certificação da ISO 50.001. Ela conta que as unidades certificadas adotaram programas específicos de capacitação e conscientização para as equipes, e, desde 2016, passou esse processo passou a ser feito de maneira contínua ganhando novas ferramentas para o engajamento e a conscientização dos funcionários e seus familiares. Entre as atividades realizadas está a divulgação de informações e realização de jogos, por meio do Portal Família GM, uma rede social corporativa. Nesse ambiente, os colaboradores tem acesso a informações sobre sustentabilidade e eficiência energética e podem participar de um jogo de perguntas e respostas. A gerente afirma que, em 2016, alguns funcionários foram premiados com a visita ao centro de operações de uma distribuidora de energia elétrica, para conhecer os caminhos percorridos pela eletricidade, desde a geração até o ponto de uso.

A executiva afirma que todo o conjunto de ações com foco na sustentabilidade, eficiência energética e geração própria de energia proporciona ganhos em diversos setores, aumentando a competitividade da companhia e os ganhos ambientais.

“Com a adoção das práticas sustentáveis, a eficiência dos processos também aumenta e isto traz aumento da competitividade das fábricas, o que é refletido nos produtos como a recente linha Eco que lançamos, na qual os carros ganharam até 31% em eficiência energética”, conclui Gláucia Roveri.

 

Fonte: Procel Info – Tiago Reis

Não invista em energia solar FV sem fazer isto primeiro

A reportagem a seguir, apresenta o que a HIG Energia já oferece aos seus clientes e amigos.
Primeiro analisamos a situação atual de cada cliente, sugerimos algumas mudanças/investimentos e então partimos para a proposta do investimento em Energia Solar Fotovoltaica.

Contem com a gente! Visitem o nosso site e conheçam um pouco mais das soluções. www.higenergia.com.br
Temos vários clientes que conseguiram redução significativa no consumo de energia.
Hipermecado Consul, Posto GT 4, Pátio Automóveis, Transportes Nova Era, Ferragens Cotta, Clínica Veterinária, Drogaria Indiana, Supermercado SOMAR!

Em resumo: Invista primeiro em eficiência energética, pois essas ações costumam ter retorno mais rápido que sistemas fotovoltaicos.

A geração solar fotovoltaica (FV) no Brasil está se tornando popular. As notícias relacionadas estão cada vez mais frequentes, e o número de instalações vem crescendo rapidamente. Está virando moda. As pessoas querem “gerar sua própria energia”, “contribuir com o meio ambiente” e “ficar livre da distribuidora”. É cool ter placas FV no seu telhado e um aplicativo no celular para mostrar aos seus amigos a geração instantânea do seu sistema. Mas antes de realizar esse investimento, fique atento, existe uma solução muito mais eficaz para reduzir a conta de luz: a eficiência energética e o consumo racional.

Não faz nenhum sentido ter um sistema fotovoltaico brilhando no seu telhado para atender um consumo ineficiente. Créditos da imagem:https://buyfixrent.wordpress.com/2011/03/20/diy-disaster/

Em qualquer projeto de edificações autossuficientes energeticamente, o primeiro passo é pensar nas ações de eficiência energética, de modo a reduzir o consumo ao máximo. O sistema de geração de energia é projetado somente depois, para atender o restante da demanda. Isso porque geralmente as ações de eficiência energética são mais baratas, e têm um retorno do investimento mais rápido. Para se ter uma ideia, um estudo feito pela PSR, idealizado pelo CEBDS, lista várias ações de eficiência energética que têm retorno entre 0,2 e 5 anos. Por outro lado, sistemas fotovoltaicos costumam ter um paybackmais longo, em torno de 8 anos.

Mesmo na comparação com geração centralizada, as soluções de eficiência energética se mostram como as mais baratas. Fonte: [1]

No entanto, quando se fala em eficiência energética, deve ficar claro que não se trata apenas de substituição de equipamentos. Há inúmeras ações relacionadas à construção, revestimento, posicionamento de janelas, pintura, entre outros, que proporcionam economias substanciais e que devem ser consideradas, sobretudo em novas edificações. Sem falar na melhoria de hábitos de consumo. Dê uma olhada neste documento do Procel para ver um resumo de dicas de economia por setor. Perceba que a mesma lógica é válida para o setor comercial e industrial.

Um benefício adicional da eficiência energética

Além da atratividade econômica, há outro benefício proporcionado pela eficiência energética: a resiliência, no âmbito individual e sistêmico.

Do ponto de vista individual, se ganha mais segurança no atendimento de suas demandas. Uma queda no fornecimento de eletricidade, por exemplo, desliga o ar condicionado. Por outro lado, um sistema passivo de resfriamento garante uma temperatura agradável no interior da edificação mesmo sem energia elétrica.

Sob a ótica do sistema, sabe-se que a entrada da energia fotovoltaica em grandes níveis exigirá investimentos adicionais para lidar com a intermitência. Pode ser necessário, inclusive, instalar fontes fósseis de back-up para atender a demanda em momentos de queda abrupta da geração fotovoltaica. Esse problema não acontece com a eficiência energética, pois as soluções costumam reduzir a demanda como um todo, de maneira permanente.

Solar + Eficiência

Apesar das vantagens da eficiência, há de se reconhecer que há limites para sua aplicação. Não há como zerar nosso consumo. Portanto, novas fontes de geração vão continuar sendo necessárias para atender nossa demanda energética.

Numa era de esforços globais para a redução de emissões e o controle da temperatura, tanto a eficiência energética quanto a geração fotovoltaica terão papeis importantes. Não podemos abrir mão de nem uma das alternativas.

Na prática:

  • se você é consumidor, pense em explorar primeiro o potencial de redução do consumo através de medidas de eficiência e uso racional (mudança de hábitos). Dessa forma, você vai precisar pagar bem menos no sistema FV para sua casa.
  • se você trabalha com energia solar, pense em incluir ações de eficiência energética nas suas propostas, talvez através de parcerias. Dessa forma, você estará oferecendo soluções de maior valor e menor custo ao seu cliente = maior chance dele escolher sua empresa para atendê-lo.

Referência:

[1] CEBDS. Consumo Eficiente de Energia Elétrica: uma agenda para o Brasil. 2016.

Fonte: Linkedin – Gabriel Konzen (Analista de Pesquisa Energética)

Startup brasileira produz vidro que converte energia solar em elétrica

Tecnologia;Energia;Vidro elétrico (Foto: Ênio Cesar)

Quando for inaugurado, no início de 2017, o futuro prédio da Totvs, na Zona Norte de São Paulo, vai parecer mais um entre os inúmeros espigões envidraçados da cidade. Mas a construção trará, camuflada na fachada, uma nova tecnologia desenvolvida no país. Aproximadamente 2 mil metros quadrados do vidro que reveste o edifício serão “pintados” com uma espécie de tinta chamada OPV (abreviação de organic photovoltaic). Ela converte a luz do sol em energia elétrica. A carga gerada será suficiente para manter ligados pelo menos 2,5 mil computadores.

O material foi produzido pela Sunew, uma startup de Belo Horizonte (MG), que começou a funcionar em novembro. A nova sede da Totvs, sexta maior desenvolvedora de sistemas de gestão do mundo, será a primeira aplicação comercial do produto no país. Em breve, ele deverá ser usado em tetos de veículos e outras superfícies (veja exemplos ao lado).

Os novos vidros custaram 40% a mais do que os tradicionais, despesa que deve ser compensada em sete anos pela economia de energia. “Nosso plano é usar o OPV em outros empreendimentos”, diz Rafael Cosentino, filho de Laércio Cosentino (o fundador da Totvs) e CEO da Inovalli, a construtora da família, que toca a obra e será a dona do prédio.

R$ 100 milhões é o quanto custaram as pesquisas da tecnologia do OPV no Brasil. “Agora, o processo de produção é simples e barato, por isso o produto é promissor”, diz Marcos Maciel, CEO da Sunew

Tecnologia;Energia;Vidro elétrico (Foto: Reprodução)

Fiat faz testes para usar o material em veículos
Sistema pode reduzir em 3% o consumo de combustível

Além de fachadas de prédios, o OPV deverá ganhar novas aplicações no Brasil. “Um mercado importante será o das montadoras”, diz Marcos Maciel, CEO da Sunew. A Fiat é um exemplo. Ela firmou uma parceria com a startup mineira e tem feito testes para usar a tecnologia em modelos da marca. A tinta, que pode ser colocada no teto dos carros, reduziria em 3% o consumo de combustível, normalmente gasto para recarregar a bateria. O material também permitiria manter um exaustor funcionando, quando o veículo estiver estacionado ao sol. Isso evitaria a elevação da temperatura no interior do automóvel. “Outros prováveis usos serão o revestimento de pontos de ônibus e de armazéns”, diz Maciel.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2016/03/startup-brasileira-produz-vidro-que-converte-energia-solar-em-eletrica.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post